É como um grande palco, com você no meio e um gigante Soundround 3D 5.1 canais tocando ao seu redor. Quando toca as músicas, ou ouve-se o som dos diálogos você se sente parte da história. Isso mesmo história !
O Terreiro de Jesus cercado de igrejas e contruções do século XVII tendo um show audiovisual projetado nelas. Fantástico!
Terreiro d’Yesu – Som e Luz é o nome do espetáculo que fez todos os visitantes do Pelô ontem ficarem parados, vendo e ouvindo a história de todos os negros que construíram e vivem no Pelourinho. “Achei muito legal, mostrou várias variações da cultura baiana”, afirma a carioca Mariana Teles que visita pela primeira vez a cidade.
Um espetáculo teatral, sem atores. Imagine você vendo diversas imagens projetadas nas fachadas das igrejas e nos monumentos que entornam o Terreiro de Jesus, acompanhadas por um diálogo teatral entre os monumentos interpretado por nomes como Lázaro Ramos, Jackson Costa, Gideon Rosa, Margareth Menezes, entre outros. Mas sem a presença dos atores. Para o ator paulista Ney Guamer o espetáculo foi muito bonito. “Achei a iluminação muito bonita, o trabalho da música, a sincronia da voz com a música uma coisa bastante impressionante, nunca vi nada parecido em São Paulo ainda mais aproveitando a arquitetura do local. Fantástico!”, completa.
A história do Pelô, dos Negros, de Salvador sendo contada e apreciada por centenas de pessoas em um imenso palco ao livre ar do Pelourinho.
Nu, homem de um braço só corre e agarra na rua a mulher que lhe furtava
Completamente nu, um homem de um braço só saiu em disparada de um prédio situado na Rua Inácio Acioli (Maciel de Baixo), e passou a perseguir uma mulher que desesperadamente dele tentava se livrar mas, ao chegar no Largo de São Miguel, se viu agarrada por um dos braços e dominada pelo homem que se mostrava furioso.
O fato ocorreu por volta das 10:30 horas da manhã de ontem, sendo presenciado por dezenas de pessoas, atônitas, que não sabiam se ficavam presenciando a cena ou se procuravam um abrigo para se livrarem do homem que dava impressão de ser um louco, não só pelo fato de estar sem nenhuma roupa mas, pela maneira como corria atrás da mulher.
Não era louco – No momento em que o homem agarrou a sua presa, o guarda civil Guilherme Pereira de Souza aproximou – se dele que foi logo dizendo aos berros: “foi ela, seu guarda, que acabou de roubar todo o meu dinheiro e tentou fugir pensando que eu ia deixá-la ir embora para gastar o fruto do meu suor.”
Diversos curiosos se acercaram do homem que se identificou ao policial como José Bispo de Oliveira, 28 anos, solteiro, residente na Rua Gustavo dos Santos, 68 (Boca do Rio) e vigia da Construtora Noberto Odebrecht. A mulher que ainda segurava é a mundana Maria de Fátima Carneiro, que em companhia de uma companheira de nome Marinalva Setubal de Almeida, lhe furtou a importância de 84 cruzeiros novos.
Cortejo – Em poder de Maria de Fátima, escondido dentro do soutien, foi encontrado a quantia furtada. Parcialmente coberto por folhas de jornal, o vigia José, juntamente com o guarda civil e a mundana se dirigiram ao Prédio da Rua Inácio Acioli, onde encontrou suas roupas e Marinalva, que agiu de parceria com Maria de Fátima.
A vítima e as acusadas foram conduzidas para a Delegacia de Furtos e Roubos, acompanhadas de grande cortejo formado pelos curiosos que queriam se interar do ocorrido.
O fato – Relatando o fato ao Delegado Adjunto, Murilo Souza, o vigia declarou que ao passar pela Rua Inácio Acioli, Marinalva lhe convidou a entrar num prédio. Quando se encontrava dentro do quarto com a mundana, ouviu uma mulher, do lado de fora gritar várias vezes para a sua acompanhante : “está na porta”.
Intrigado com o “estranho recado”, José procurou as suas roupas e nas as encontrou. Imediatamente abriu a porta do quarto que estava encostada, e viu Maria de Fátima com as calças e o seu dinheiro na mão. A mundana saiu do prédio correndo, o mesmo fazendo a vítima. As ladras foram autuadas em flagrante pelo Delegado Murilo Souza, funcionando como escrivão Archibaldo Franco, e em seguida foram conduzidas para a Casa de Detenção.
Abertas as inscrições para a III Oficina de Teatro de Rua do Pelourinho. As inscrições, que são gratuitas, vão até o dia 14 de setembro. O evento tem como objetivo habilitar os participantes na estética do teatro popular, oferecendo subsídios (técnicas e estratégias) para o teatro de rua, além de encerrar o processo com uma montagem final. A oficina tem início no dia 15 de setembro. Outras informações: (71) 8888.7745 .
P.S. Informação recebida através da mala direta do Escritório Regional Nordeste do Ministério da Cultura
Quando falamos de terça-feira no pelourinho, os que conhecem lembram da Terça da Benção, dia de festividades com eventos em diversos largos, bares e praças. Mas na entrada do Pelô, quando se chega a Praça da Sé, a música que ecoa é o hip-hop da caixa de som dos grupos de break que se encontram no local toda terça. "É como um encontro dos grupos de dança de rua", afirma Ananias Break que há seis anos coordena o encontro no Centro Histórico.
A maioria dos participantes são de bairros do subúrbio da cidade, turistas que se identificam com a música também apresentam seus passos, mas acabam sendo supreendidos pelo estilo particular da break baiano que mistura os ritmos locais às batidas do hip-hop. "Muitos turistas chegam para assistir, alguns acabam participando da roda querendo tirar onda e acabam se perdendo porque o break da Bahia é único, a gente mistura break com berimbau, faz o break instrumental, são várias misturas, mas a roda é livre e qualquer pessoa pode dançar" afirma Ananias, lembrando que também é comum os capoeiristas participarem da roda de dança de rua, o que acabou gerando o estilo Capobreak.
As misturas também são encontradas quando o assunto é idade, jovens de 14 à 16 anos apresentam seus passos junto com os mais velhos, uns aprendendo com os outros e sempre mantendo o respeito e a dedicação do break. O jovem Renato começou a dançar com 14 anos em uma aula de dança de rua em sua escola, dois anos depois ele ainda recebe conselhos do professor Ananias, " tem que treinar mais viu, você tá novo e pode melhorar muito, tem que treinar".
O espaço do break em salvador vem crescendo e este ano o Grupo Independentes de Rua, do professor Ananias, conquistou um espaço para apresentação no Quarta que Dança, projeto da Fundação Cultural que abriu espaços para grupos de dança da cidade.
Homenagem do Olodum ao Rei do Pop, Michael Jackson no Largo do Pelourinho São diversos vídeos feitos por quem passou e registrou o pelourinho, em seus diversos momentos, cheio de cores e estilos. Estamos pesquisando mais vídeos pela internet para aumentar nossa coleção. Contribua nos enviando uma sugestão >> pelopelourinho@gmail.com
Quais são as ruas do Centro Histórico ?
Clique no mapa e saiba quais são as ruas que fazem parte do nosso Patrimônio Mundial.